O medo e a inveja impedem,
Que você seja o mundo, vontades,
Impostores, instáveis, que querem,
Limitar o seu voo, incapazes!
Seja o mundo que carregas consigo,
Afronte os desagradados, multiplique-se!
Ria sempre, seja seu próprio amigo,
E em sua liberdade, outros inspiram-se!
No espelho um homem te olha,
Ele é forte, mas o medo lhe impede,
No espelho este homem implora,
Que não sejas reflexo, impere!
Gladiadores que são sua vontade,
Supersticiosos, seu medo, seu fado!
Os escudos, aliados, avante!
Gloriosos, seus feitos, honrado!
As pessoas são más, mas glorificam,
São tão ásperas, mas você às inspira,
As pessoas não mais amedrontam,
São as glórias que tens garantidas!
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira - 14/08/2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
MINHA ARQUITETURA
Meu café, minhas reflexões,
São tanto quanto indagações,
São as mais belas sensações,
O desabrochar das inspirações...
Escrever me faz encontrar o meu ser,
Um mundo onde eu sou o arquiteto,
Um engenho tão complexo de fazer,
O sabor de palavras cheirosas eu meço...
Tantas rosas eu já narrei,
Tantos amores já inventei,
Contudo o mais puro há de nascer,
A vida mas bela irá florescer...
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 08-08-2014
São tanto quanto indagações,
São as mais belas sensações,
O desabrochar das inspirações...
Escrever me faz encontrar o meu ser,
Um mundo onde eu sou o arquiteto,
Um engenho tão complexo de fazer,
O sabor de palavras cheirosas eu meço...
Tantas rosas eu já narrei,
Tantos amores já inventei,
Contudo o mais puro há de nascer,
A vida mas bela irá florescer...
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 08-08-2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
FELICIDADE
O que é felicidade?
Acho que é fraternidade...
Um amigo de verdade?
O que é fraternidade?
É ter ouros, ter vontade?
É ter honra, ter bondade?
Acho que é prosperidade...
O que é prosperidade?
É ter vícios? Honestidade?
Acho que é curiosidade...
É riqueza, sem maldade?
É leveza? Sanidade?
O que é ter sanidade?
Acho que é cumplicidade...
Ter sucesso? Divindade?
Mas ter tudo traz maldade?
Mas maldade faz o mundo?
Mas o mundo tem vontade?
De ser rico, ter vantagens?
Eu só sei é ter coragem...
Levantar-me todo dia...
Lamentar atrocidades,
Os injustos, castidade...
Tanta duvida que tinha,
A certeza e novidade!
Que de dúvidas, realidade,
Que toda essa ambiguidade,
É que faço a felicidade,
Respirando vida e arte.
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira - 05/08/2014
Acho que é fraternidade...
Um amigo de verdade?
O que é fraternidade?
É ter ouros, ter vontade?
É ter honra, ter bondade?
Acho que é prosperidade...
O que é prosperidade?
É ter vícios? Honestidade?
Acho que é curiosidade...
É riqueza, sem maldade?
É leveza? Sanidade?
O que é ter sanidade?
Acho que é cumplicidade...
Ter sucesso? Divindade?
Mas ter tudo traz maldade?
Mas maldade faz o mundo?
Mas o mundo tem vontade?
De ser rico, ter vantagens?
Eu só sei é ter coragem...
Levantar-me todo dia...
Lamentar atrocidades,
Os injustos, castidade...
Tanta duvida que tinha,
A certeza e novidade!
Que de dúvidas, realidade,
Que toda essa ambiguidade,
É que faço a felicidade,
Respirando vida e arte.
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira - 05/08/2014
ACALANTO
Dorme meu filho,
O dia lhe quer bem,
Talvez seja alguém,
Dorme querido,
Que a dor do mundo,
Não lhe fará bem.
Querem-te calar,
Mas você não cala,
Querem-te abafar,
Mas você exala!
Querem-te meu filho,
Tu és meu amado.
Não ligue para os cruéis,
Você é forte, meu querido,
Não ligue para os infiéis,
Você é leal, meu benzinho,
Sou feliz por tê-lo em meus braços,
Sou tua mãe, meu bebê encantado...
Jamais lhe deixarei perdido,
Em meus braços sempre há conforto,
Jamais lhe deixarei, pequenino,
Em meu abraço terás o consolo,
Dorme e esquece a crueldade do mundo, quero ver-te contente,
Dorme meu anjo, que estarei ao seu lado eternamente.
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira 05/08/2014
O dia lhe quer bem,
Talvez seja alguém,
Dorme querido,
Que a dor do mundo,
Não lhe fará bem.
Querem-te calar,
Mas você não cala,
Querem-te abafar,
Mas você exala!
Querem-te meu filho,
Tu és meu amado.
Não ligue para os cruéis,
Você é forte, meu querido,
Não ligue para os infiéis,
Você é leal, meu benzinho,
Sou feliz por tê-lo em meus braços,
Sou tua mãe, meu bebê encantado...
Jamais lhe deixarei perdido,
Em meus braços sempre há conforto,
Jamais lhe deixarei, pequenino,
Em meu abraço terás o consolo,
Dorme e esquece a crueldade do mundo, quero ver-te contente,
Dorme meu anjo, que estarei ao seu lado eternamente.
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira 05/08/2014
ALFORRIADO
Estamos livres, finalmente!
Estamos livres e contentes?
Estamos livres, livremente...
Estamos livres, de repente?
Somos vândalos, motivo de piedade!
Somos vândalos, motivo de maldade!
Somos vândalos, da própria liberdade?
Somos vândalos, à mercê da sociedade!
A falsa piedade, só queremos prosperidade,
A falsa piedade, só queremos sinceridade,
A falsa piedade, só queremos fraternidade.
A falsa piedade, só queríamos igualdade!
Liberté, Egalité, Fraternité, este lema não é para você,
Liberté, Egalité, Fraternité, jamais você o irá compreender,
Liberté, Egalité, Fraternité, lema de vida, não podes ter...
Liberté, Egalité, Fraternité, das resistências, jamais deve esquecer!
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 05/08/2014
Estamos livres e contentes?
Estamos livres, livremente...
Estamos livres, de repente?
Somos vândalos, motivo de piedade!
Somos vândalos, motivo de maldade!
Somos vândalos, da própria liberdade?
Somos vândalos, à mercê da sociedade!
A falsa piedade, só queremos prosperidade,
A falsa piedade, só queremos sinceridade,
A falsa piedade, só queremos fraternidade.
A falsa piedade, só queríamos igualdade!
Liberté, Egalité, Fraternité, este lema não é para você,
Liberté, Egalité, Fraternité, jamais você o irá compreender,
Liberté, Egalité, Fraternité, lema de vida, não podes ter...
Liberté, Egalité, Fraternité, das resistências, jamais deve esquecer!
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 05/08/2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
VIDA
Tão curta, tão sábia,
Ensinando obstáculos,
Negamos, medrosos...
A verdade é ingrata.
Os antepassados sofreram,
Mas é bom sofrer,
Os antepassados aprenderam,
Porque não haverias de aprender?
O mundo é cruel e óbvio,
A seleção natural é óbvia,
O mundo de viver, lógico?
A extinção de valores, lógica!
Estar cansado de cinismo,
É estar cansado de si próprio,
Estar cansado é finito,
Saber que sofres, provisório!
Acalanto, desalento, descanso...
Até quando punir-se com este pranto?
Acorda, revigora, volta logo para o mundo...
Pois eles lhe querem num poço profundo!
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira 04/08/2014
Ensinando obstáculos,
Negamos, medrosos...
A verdade é ingrata.
Os antepassados sofreram,
Mas é bom sofrer,
Os antepassados aprenderam,
Porque não haverias de aprender?
O mundo é cruel e óbvio,
A seleção natural é óbvia,
O mundo de viver, lógico?
A extinção de valores, lógica!
Estar cansado de cinismo,
É estar cansado de si próprio,
Estar cansado é finito,
Saber que sofres, provisório!
Acalanto, desalento, descanso...
Até quando punir-se com este pranto?
Acorda, revigora, volta logo para o mundo...
Pois eles lhe querem num poço profundo!
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira 04/08/2014
domingo, 27 de julho de 2014
MALUCO PARADOXO
Sonhar é encontrar-se com a loucura,
Loucura de uma mente brilhante,
Sonhar é a loucura de encontrar-se,
Loucura de brilhante, uma mente.
Jamais deixe os sonhos morrerem,
Acontecem só os persistentes,
Jamais morrerem, os sonhos deixe,
Os persistentes, só acontecem.
Sonhar é desligar-se do tormento,
Sonhar é do tormento desligar-se,
Sonhar é desatinar-se, encantamento,
Sonhar é encantamento, desatinar-se
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira – 27/07/2014
Loucura de uma mente brilhante,
Sonhar é a loucura de encontrar-se,
Loucura de brilhante, uma mente.
Jamais deixe os sonhos morrerem,
Acontecem só os persistentes,
Jamais morrerem, os sonhos deixe,
Os persistentes, só acontecem.
Sonhar é desligar-se do tormento,
Sonhar é do tormento desligar-se,
Sonhar é desatinar-se, encantamento,
Sonhar é encantamento, desatinar-se
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira – 27/07/2014
VAIDADE
Tão delicada e encantadora,
Pele macia, uma rosa em pessoa,
A comédia alheia fascinava-lhe,
E a moça mais linda; consideravam-lhe.
O acalanto do mundo era sua vaidade,
Era moça nova, amiga da gravidade,
Os Homens ela descartava, maléfica arte,
Por ela sofriam, objetos, descarte.
Na flor da idade tudo é favorável,
Um riso tão liso, semblante agradável,
Os homens lutavam por sua ternura,
Tal como uma rosa, efêmera, murcha...
Na mocidade à sua arte, homens jogavam-se,
Dos puros, ria-se; aos espertos entregava-se,
Inversão de valores tão natural,
Seu mundo era triste, uma farsa banal.
O peso da idade, arrependimentos,
As oportunidades, jogadas ao vento...
Não tem nem herdeiros para aconselhar,
Que a vaidade no sepulcro há de morar.
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira - 27/07/2014
Pele macia, uma rosa em pessoa,
A comédia alheia fascinava-lhe,
E a moça mais linda; consideravam-lhe.
O acalanto do mundo era sua vaidade,
Era moça nova, amiga da gravidade,
Os Homens ela descartava, maléfica arte,
Por ela sofriam, objetos, descarte.
Na flor da idade tudo é favorável,
Um riso tão liso, semblante agradável,
Os homens lutavam por sua ternura,
Tal como uma rosa, efêmera, murcha...
Na mocidade à sua arte, homens jogavam-se,
Dos puros, ria-se; aos espertos entregava-se,
Inversão de valores tão natural,
Seu mundo era triste, uma farsa banal.
O peso da idade, arrependimentos,
As oportunidades, jogadas ao vento...
Não tem nem herdeiros para aconselhar,
Que a vaidade no sepulcro há de morar.
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira - 27/07/2014
AMÉLIA
Olhos leves, cor de mel,
Lábios tão lindos, tais como o céu,
Quero abraçar-te com carinho e torpor,
Sentir teu beijo com ternura e fervor.
Minh'alma clama por sua paixão,
Minh'alma punge repleta emoção,
Sem teu carinho e gestos eu desatino,
Sem teu beijo eu peco em constante delírio.
A madrugada sozinho,
Te busco em lirismo,
Aflito, não te encontro!
Em angústia eu componho.
Porque teu amor não me findou?
E eu tão perdido buscando-lhe estou!
A ingratidão é meu maior tormento,
Herança dos nobres, ou do desalento?
ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA - 06/07/2014 - às 01h53min
Lábios tão lindos, tais como o céu,
Quero abraçar-te com carinho e torpor,
Sentir teu beijo com ternura e fervor.
Minh'alma clama por sua paixão,
Minh'alma punge repleta emoção,
Sem teu carinho e gestos eu desatino,
Sem teu beijo eu peco em constante delírio.
A madrugada sozinho,
Te busco em lirismo,
Aflito, não te encontro!
Em angústia eu componho.
Porque teu amor não me findou?
E eu tão perdido buscando-lhe estou!
A ingratidão é meu maior tormento,
Herança dos nobres, ou do desalento?
ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA - 06/07/2014 - às 01h53min
IMITADOR
Oculto, incapacidade,
Segue aleatoriamente,
Imita, tem identidade?
Fere inconscientemente.
Quantas faces deve ter?
Infindáveis, pode ser?
Qual a máscara, padecer?
Sua face é de sofrer...
Você é falso, ou é sínico?
É seu empírico, ou lirismo,
Sente-se pródigo, narcisismo?
Pseudo-correto, ceticismo?
Nessa vida, padecer,
Humildade de viver,
Transparência, há de ter?
Jogue a máscara, cadê você?
AUTOR: Alexandre
Alves Porfirio Vieira - 02/07/2014
PSEUDÓPODES
O calar da noite,
O arrastar dos sapatos,
Nada está do meu lado...
Será que o chão me quer?
Não consigo caminhar,
Faltam-me pés!
As pessoas em torno,
Andam não sei como...
O mundo está cego?
Ou meus olhos manipulados?
Nada de romantismo,
Impressão dos estúpidos,
Não sofro, apenas observo,
Observação ácida e fria..
Mas nada há de abalar,
Continuarei a caminhar...
Talvez não sei para onde,
Mas o que acertarei,
É que na contradição,
Jamais me perderei.
AUTOR: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA - 23/06/2014
domingo, 22 de junho de 2014
EFEMERIDADE
Os dias passam,
Os risos passam,
O sofrimento passa,
O desalento passa,
Passam as oportunidades,
Passam sem percebermos,
Nada de lamento,
Nada de tormento,
Nada de disfarce,
Nada de nada!
Os anos voam,
Os espertos voam,
Não voam os dispersos,
Não voam os honestos,
E tudo acaba,
E tudo mofa,
E tudo para!
E tudo da vida?
E tudo da vaidade?
E tudo da futilidade?
O sepulcro leva...
Autor: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA 22/06/2014
Os risos passam,
O sofrimento passa,
O desalento passa,
Passam as oportunidades,
Passam sem percebermos,
Nada de lamento,
Nada de tormento,
Nada de disfarce,
Nada de nada!
Os anos voam,
Os espertos voam,
Não voam os dispersos,
Não voam os honestos,
E tudo acaba,
E tudo mofa,
E tudo para!
E tudo da vida?
E tudo da vaidade?
E tudo da futilidade?
O sepulcro leva...
Autor: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA 22/06/2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
DESATINADO?
Tento revoltar-me,
Desenvolver sentimentos ruins,
Tento evitar-me,
Mas me encontro sempre assim.
A vida é uma delicada rosa,
Ora é aurora, ora é efêmera,
A vida é uma desgraçada prosa,
Ora longa, ora horrenda.
Tenho horror de escrever com torpor,
Torpor esse que descreve o pavor,
Tenho horror de sentir e compor,
Torpor tenho, não quero amor.
A escuridão é o tenebroso perigo,
A escuridão é o horroroso espírito,
Tanto horror mudou com a esperança,
O sorriso inocente de uma criança...
Autor: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA 20/06/2014
Desenvolver sentimentos ruins,
Tento evitar-me,
Mas me encontro sempre assim.
A vida é uma delicada rosa,
Ora é aurora, ora é efêmera,
A vida é uma desgraçada prosa,
Ora longa, ora horrenda.
Tenho horror de escrever com torpor,
Torpor esse que descreve o pavor,
Tenho horror de sentir e compor,
Torpor tenho, não quero amor.
A escuridão é o tenebroso perigo,
A escuridão é o horroroso espírito,
Tanto horror mudou com a esperança,
O sorriso inocente de uma criança...
Autor: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA 20/06/2014
domingo, 8 de junho de 2014
ALMA ESTÚPIDA
O crítico alegórico,
É estúpido e falso,
Gosta de ser tão simbólico,
Mas é fruto do escárnio.
Não sou o ser mais ácido,
Nem tão crítico, apenas lúcido,
Não sou o ser mais áspero,
Nem inimigo, tampouco estúpido.
Do repúdio, tenho um brasão,
Do infortúnio, tenho alegria,
Da alegria, tenho a razão,
Da razão, tenho a empatia.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira - 08/0/2014)
É estúpido e falso,
Gosta de ser tão simbólico,
Mas é fruto do escárnio.
Não sou o ser mais ácido,
Nem tão crítico, apenas lúcido,
Não sou o ser mais áspero,
Nem inimigo, tampouco estúpido.
Do repúdio, tenho um brasão,
Do infortúnio, tenho alegria,
Da alegria, tenho a razão,
Da razão, tenho a empatia.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira - 08/0/2014)
sexta-feira, 30 de maio de 2014
POEMA DE ESPERANÇA
Não quero escrever,
Escrever poemas tolos,
Não quero perder,
Escrever é meu consolo.
A vida do poeta é triste,
Mas porque o amor acabou,
A vida do poeta existe!
Mas porque o amor o consolou.
O amor pela vida,
Consolou-me a seguir,
O amor que me guia,
Consolou-me a persistir.
Nunca deixe de sonhar,
Perder os sonhos é sofrer,
Nunca deixe de lutar,
Perder os sonhos é morrer.
Alexandre Alves Porfirio Vieira 30/05/2014
Escrever poemas tolos,
Não quero perder,
Escrever é meu consolo.
A vida do poeta é triste,
Mas porque o amor acabou,
A vida do poeta existe!
Mas porque o amor o consolou.
O amor pela vida,
Consolou-me a seguir,
O amor que me guia,
Consolou-me a persistir.
Nunca deixe de sonhar,
Perder os sonhos é sofrer,
Nunca deixe de lutar,
Perder os sonhos é morrer.
Alexandre Alves Porfirio Vieira 30/05/2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
AMOR IMENSURÁVEL
Amo a literatura,
Arte de liberdade,
Uma eterna aventura,
Minha felicidade,
Imensurável ternura,
Ampara minha saudade,
É a mais bela loucura,
Destrói a fugacidade.
Eu não me vejo sem ler,
Tampouco sem interpretar,
Sem ler me vejo sofrer,
Por não poder me expressar,
Deixo essa arte viver,
Não paro de cultivar,
Não quero amanhecer,
Se o meu texto calar.
Literatura é exprimir,
É divulgar meu calor,
Não penso em desistir,
Sem ela tenho pavor,
Literatura é sentir,
É libertar seu rigor,
Meu sonho quero expandir,
Literatura é amor.
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 19/05/2014
Arte de liberdade,
Uma eterna aventura,
Minha felicidade,
Imensurável ternura,
Ampara minha saudade,
É a mais bela loucura,
Destrói a fugacidade.
Eu não me vejo sem ler,
Tampouco sem interpretar,
Sem ler me vejo sofrer,
Por não poder me expressar,
Deixo essa arte viver,
Não paro de cultivar,
Não quero amanhecer,
Se o meu texto calar.
Literatura é exprimir,
É divulgar meu calor,
Não penso em desistir,
Sem ela tenho pavor,
Literatura é sentir,
É libertar seu rigor,
Meu sonho quero expandir,
Literatura é amor.
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 19/05/2014
VOCÊ EXISTE?
Sinto saudades do que nunca aconteceu,
Vejo imagens tão lindas do beijo seu,
Suavidade e pureza, formam sua beleza,
Imaginá-la é tão belo, mas sem nenhuma clareza.
Que suspiro caloroso sente um poeta puro,
Um sentimento sincero, uma antítese ao mundo,
Mundo esse tão amargo, rápido, escuro, solitário,
Pudera eu ver sempre o dia, vida, pássaros, o claro.
Mas a esperança nunca há de morrer,
Sei que um dia essa rosa irá aparecer,
Os sonhos com esse carinho tentam se libertar,
Penso em você tão formosa, que nunca existirá?
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 19/05/2014
Vejo imagens tão lindas do beijo seu,
Suavidade e pureza, formam sua beleza,
Imaginá-la é tão belo, mas sem nenhuma clareza.
Que suspiro caloroso sente um poeta puro,
Um sentimento sincero, uma antítese ao mundo,
Mundo esse tão amargo, rápido, escuro, solitário,
Pudera eu ver sempre o dia, vida, pássaros, o claro.
Mas a esperança nunca há de morrer,
Sei que um dia essa rosa irá aparecer,
Os sonhos com esse carinho tentam se libertar,
Penso em você tão formosa, que nunca existirá?
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 19/05/2014
sábado, 17 de maio de 2014
PARADOXO
Gosto do ácido por encher-me de doçura,
Gosto do escuro tão claro, sem amargura.
O amor é um condor, mas desperta-me horror.
O horror é o amor, pois desperta-me dor.
Apaixonar-se é tão belo, mas um belo efêmero,
Apaixonar-se é sincero, mas um sincero tormento,
O turbilhão de alucinações, tão convictas e lúcidas
O turbilhão de ilusões, tão reais, tão estúpidas.
Alexandre Alves Porfirio Vieira. 17/05/2014
Gosto do escuro tão claro, sem amargura.
O amor é um condor, mas desperta-me horror.
O horror é o amor, pois desperta-me dor.
Apaixonar-se é tão belo, mas um belo efêmero,
Apaixonar-se é sincero, mas um sincero tormento,
O turbilhão de alucinações, tão convictas e lúcidas
O turbilhão de ilusões, tão reais, tão estúpidas.
Alexandre Alves Porfirio Vieira. 17/05/2014
O HOMEM ASNO
A vontade de mostrar-se,
Enfatiza dor e fugacidade,
Eufemismos, adjetivos,
Só escondem seu achismo.
Glorifica o seu grupo, pseudo-intelectual,
Pensa ser um homem cético, mas esconde o imoral.
Sócrates disse: "Só sei que nada sei".
Você em claros gestos, determina-se o rei.
Eu me vejo o ser mais burro,
Nunca penso em ser tão útil,
Reflexivo, não esdrúxulo,
Isolar-me é ter escudo.
Você é tão egocêntrico,
Imaterializado, alegórico,
É tão áspero e limitado,
Que no mundo é imitado.
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 17/05/2014
Enfatiza dor e fugacidade,
Eufemismos, adjetivos,
Só escondem seu achismo.
Glorifica o seu grupo, pseudo-intelectual,
Pensa ser um homem cético, mas esconde o imoral.
Sócrates disse: "Só sei que nada sei".
Você em claros gestos, determina-se o rei.
Eu me vejo o ser mais burro,
Nunca penso em ser tão útil,
Reflexivo, não esdrúxulo,
Isolar-me é ter escudo.
Você é tão egocêntrico,
Imaterializado, alegórico,
É tão áspero e limitado,
Que no mundo é imitado.
Alexandre Alves Porfirio Vieira - 17/05/2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
PESSIMISMO ANTITÉTICO
Esse dilacerador poema descreve,
A injúria e o rancor de pesada caneta,
Esse tênue tema insere,
A acidez de palavras, a pobreza em letra.
A injúria e o rancor de pesada caneta,
Esse tênue tema insere,
A acidez de palavras, a pobreza em letra.
Paralelismo é uma bobagem medieval,
Racionalismo é achar-se intelectual,
Romantismo é a inconstância, o irracional,
As escolas denotam o superficial.
Irracionalidade emocional gera um homem natural,
Desejo de supremacia, mesmo esta enrustida,
Repúdio vem do indivíduo, incompreendido,
Alienado de niilismo, mas por puro narcisismo.
Valorizar-se é buscar autodestruição,
Enfatizar-se é ocultar sua insatisfação.
O ódio é o mais próximo do amor,
Tal como o amor é sinônimo de dor.
Alexandre Alves Porfirio Vieira 15/05/2014
Racionalismo é achar-se intelectual,
Romantismo é a inconstância, o irracional,
As escolas denotam o superficial.
Irracionalidade emocional gera um homem natural,
Desejo de supremacia, mesmo esta enrustida,
Repúdio vem do indivíduo, incompreendido,
Alienado de niilismo, mas por puro narcisismo.
Valorizar-se é buscar autodestruição,
Enfatizar-se é ocultar sua insatisfação.
O ódio é o mais próximo do amor,
Tal como o amor é sinônimo de dor.
Alexandre Alves Porfirio Vieira 15/05/2014
domingo, 11 de maio de 2014
O HOMEM MÁQUINA
Acorda cedo para trabalhar,
Nem despede-se do lar,
Não tem tempo de jantar
Nem seu filho quer beijar,
Está cego por lucrar...
Engravatado por trabalho, enforcando-se está.
Acorda, levanta, se arruma, tropeça, acelera!
Perdendo, correndo, sem tempo, lamento...
Mantém seu vintém sem doar-se a ninguém.
Pudera o homem ter mais tempo para encher-se de tormento...
Trabalhar, prolongar, cansar, ganhar, se endividar...
Comer, correr, sofrer, morrer...
Alexandre Alves Porfirio Vieira [11/05/2014]
Nem despede-se do lar,
Não tem tempo de jantar
Nem seu filho quer beijar,
Está cego por lucrar...
Engravatado por trabalho, enforcando-se está.
Acorda, levanta, se arruma, tropeça, acelera!
Perdendo, correndo, sem tempo, lamento...
Mantém seu vintém sem doar-se a ninguém.
Pudera o homem ter mais tempo para encher-se de tormento...
Trabalhar, prolongar, cansar, ganhar, se endividar...
Comer, correr, sofrer, morrer...
Alexandre Alves Porfirio Vieira [11/05/2014]
NÃO DESISTA
Estar
exausto é sinal de que você está fazendo tudo certo. É cansativo
estudar, por vezes estressante, mas fato é que enfrentar seus demônios
internos (preguiça, ansiedade, tristeza, fugacidade, angústia),
significa vencer obstáculos todos os dias.
Eu digo isso para todos: - Quero Medicina. Posso parecer um tolo por isso, mas sei o que quero, quem sou, e onde chegar, não estou tentando impor uma "pseudo-hegemonia ideológica", ou querendo pressionar alguém a seguir meus passos e se acabar de estudar, até porque cada um tem sua consciência e quem realmente vence, é quem entende que o inimigo é si mesmo. Não desista, continue lutando, dane-se quem diz que você não irá conseguir, limitados pensamentos geram limitados cidadãos, é isso que os estúpidos querem, que você faça parte do senso comum, fuja dessa massa de pessimismo conformista, use o cérebro e seja guiado pela razão.
Alexandre Alves Porfirio Vieira -15/03/2014
Eu digo isso para todos: - Quero Medicina. Posso parecer um tolo por isso, mas sei o que quero, quem sou, e onde chegar, não estou tentando impor uma "pseudo-hegemonia ideológica", ou querendo pressionar alguém a seguir meus passos e se acabar de estudar, até porque cada um tem sua consciência e quem realmente vence, é quem entende que o inimigo é si mesmo. Não desista, continue lutando, dane-se quem diz que você não irá conseguir, limitados pensamentos geram limitados cidadãos, é isso que os estúpidos querem, que você faça parte do senso comum, fuja dessa massa de pessimismo conformista, use o cérebro e seja guiado pela razão.
Alexandre Alves Porfirio Vieira -15/03/2014
VERDADEIROS HERÓIS
Ditadura
Militar, calou tantos heróis reprimidos por buscarem um futuro para
nosso país, talvez o futuro não fosse o que todos queriam, como o
Comunismo por exemplo, mas o que realmente todos desejavam era
liberdade, menos violência, menos autoritarismo, menos repressão, era o
amor verdadeiro pela nação, enfim temos essa liberdade. É uma pena que a
luta de Zuleika Angel Jones, Stuart Edgar Angel Jones,
Yoshitane Fujimori, Carlos Lamarca, Onofre Pinto... e tantas outras
vozes que foram caladas, hoje tenham sido esquecidas por um povo que só
quer saber de "copa". Será que copa é sinônimo de patriotismo? Na minha
opinião não chega nem perto disso, esse é mais um pretexto que os sujos
arrumam para aproveitar o momento oportuno e ferrar mais ainda a
população. Pensa que isso é clichê? Acredite, não é! Nesse momento
certamente muitos "brasileiros" estão com um pseudo-sentimento eufórico
aguardando a copa contaminados pela mídia que não fala em outra coisa e
sentindo-se, portanto, os mais brasileiros de todos, mais até que esses
revolucionários que morreram pela Pátria Amada.
Não estou querendo ser moralista, tampouco querendo mostrar algum conhecimento, isso é algo que todos nós devemos saber, quantas vidas não foram perdidas nessa época negra de nossa história e que não tiveram seus nomes na lista de mortos e desaparecidos políticos, isso sim que é "idade das trevas", apagar ou ignorar fatos que só denotam o quão esquecidos somos, por esse e outros motivos tenho medo do que o futuro reserva para essa grande parcela da população tão carente de conhecimento histórico.
Alexandre Alves P. Vieira. 10/05/2014 - [EM MEMÓRIA DOS VERDADEIROS HERÓIS]
Não estou querendo ser moralista, tampouco querendo mostrar algum conhecimento, isso é algo que todos nós devemos saber, quantas vidas não foram perdidas nessa época negra de nossa história e que não tiveram seus nomes na lista de mortos e desaparecidos políticos, isso sim que é "idade das trevas", apagar ou ignorar fatos que só denotam o quão esquecidos somos, por esse e outros motivos tenho medo do que o futuro reserva para essa grande parcela da população tão carente de conhecimento histórico.
Alexandre Alves P. Vieira. 10/05/2014 - [EM MEMÓRIA DOS VERDADEIROS HERÓIS]
REENCONTRO
É
imensamente importante na sociedade em que vivemos quebrar o rítimo
sufocante que o mundo exerce sobre nós. As pessoas cada vez mais andam
estressadas, mas a culpa é delas mesmas, pois esquecem de ver o quão
lindo é o mundo, a literatura, as relações simples, os abraços. Quando
vejo que esse turbilhão dilacerador tenta pungir minhas sensações e
prejudicar o produto - minhas relações -, deixando-me
desalento, até mesmo frio com as pessoas que me consolam, busco como
reencontro do meu Eu-empírico a literatura e a música porque trazem uma
suavidade, uma harmonia à minha vida.
Hoje é um dia especial, reencontrei-me finalmente, meu estado de espírito não era dos melhores e eu estava deixando-me levar pelo rítimo sufocante, avassalador e impetuoso desse desalento mundo infinito onde as pessoas que não tiverem uma válvula de escape, estarão de encontro marcado com o nada, com uma verdadeira solidão. Busquem a felicidade nas relações, somos feitos para amar o próximo, nossa história, nossa literatura, nosso mundo, apesar da necessidade de visão crítica, somos feitos para amar a vida.
Alexandre Alves P. Vieira [10/05/2014]
Hoje é um dia especial, reencontrei-me finalmente, meu estado de espírito não era dos melhores e eu estava deixando-me levar pelo rítimo sufocante, avassalador e impetuoso desse desalento mundo infinito onde as pessoas que não tiverem uma válvula de escape, estarão de encontro marcado com o nada, com uma verdadeira solidão. Busquem a felicidade nas relações, somos feitos para amar o próximo, nossa história, nossa literatura, nosso mundo, apesar da necessidade de visão crítica, somos feitos para amar a vida.
Alexandre Alves P. Vieira [10/05/2014]
INTENSIDADE POSITIVA
A
intensidade positiva, cuja qual denomino dessa forma pois o produto -
conhecimento - é infindavelmente satisfatório. O aprendizado torna-se
contínuo, gerado pelo estímulo que os obstáculos nos estudos acarretam
quando há sua superação. Eis então o momento da fixação, quando tudo
começa a fazer sentido e os conhecimentos conectam-se com o mundo real. O
desgaste é desestimulador em algumas circunstâncias,
mas faz parte de um sólido engenho primordial á vida em sociedade, tudo
será aplicado, inclusive a visão crítica de mundo. Aprender, portanto,
significa estar conectado interna e externamente com o mundo que nos
cerca, não é preciso sair do seu "conforto" ou se preferir "habitat"
para entender as relações entre os homens e a natureza, basta ter
curiosidade, vontade de aprender. É importante que se tenha humildade
para não haver limitação intelectual, pessoas limitadas simplesmente
pensam conhecer tudo, mas estão imensamente equivocadas. Sempre hei de
reconhecer meus bem feitores, pessoas como sempre me refiro - iluminadas
-, são facilitadoras do sucesso, propiciando seu próprio sucesso.
Alexandre Alves P. Vieira [08/05/2014]
Alexandre Alves P. Vieira [08/05/2014]
domingo, 27 de abril de 2014
A DISSOLUÇÃO É COMUM AO HOMEM
Quando Solon criou a moeda, trouxe a noção abstrata de valor contido no dinheiro, amplificando a desigualdade e supremacia política das minorias. Sendo assim, o dinheiro causa a dissolução dos valores morais, desvirtua a personalidade e caracteriza a irracionalidade quando busca-se agregar bens, enfatizando o egocentrismo primitivo.
No livro "O príncipe" de Nicolau Maquiavel é possível notar os ensinamentos do famoso "jogo de aparências". Lendo esta "Bíblia" dos políticos, facilmente compreendemos o quão intensa e cruel pode ser a falsidade humana, sempre buscando hegemonia própria. Pode-se concluir, portanto, que o homem é corrupto e a corrupção é fruto de sua natureza; o brasileiro é exemplo nítido disso, basta analisar nosso núcleo político.
Solon não criou a moeda por ser um "bom moço", mas sim porque tinha interesses políticos ocultos de acordo com o famoso "jogo de aparências", antes mesmo que Maquiavel o relatasse. O homem é resultado do meio em que está inserido, logo, a corrosão moral é essência de sua descamação ética. É possível atenuar tanta moléstia humana, basta apelar para punições legislativas mais rigorosas que acompanhem o desenvolvimento da sociedade em conjunto com um alinhamento da população.
Questões como essa não afligem apenas os poderosos, mas pungem as relações antropocêntricas aumentando a desconfiança entre as classes e o desejo cada vez mais evidente no brasileiro de buscar supremacia própria, contrariando conceitos éticos de ingualdade inclusos numa sociedade democrática.
No livro "O príncipe" de Nicolau Maquiavel é possível notar os ensinamentos do famoso "jogo de aparências". Lendo esta "Bíblia" dos políticos, facilmente compreendemos o quão intensa e cruel pode ser a falsidade humana, sempre buscando hegemonia própria. Pode-se concluir, portanto, que o homem é corrupto e a corrupção é fruto de sua natureza; o brasileiro é exemplo nítido disso, basta analisar nosso núcleo político.
Solon não criou a moeda por ser um "bom moço", mas sim porque tinha interesses políticos ocultos de acordo com o famoso "jogo de aparências", antes mesmo que Maquiavel o relatasse. O homem é resultado do meio em que está inserido, logo, a corrosão moral é essência de sua descamação ética. É possível atenuar tanta moléstia humana, basta apelar para punições legislativas mais rigorosas que acompanhem o desenvolvimento da sociedade em conjunto com um alinhamento da população.
Questões como essa não afligem apenas os poderosos, mas pungem as relações antropocêntricas aumentando a desconfiança entre as classes e o desejo cada vez mais evidente no brasileiro de buscar supremacia própria, contrariando conceitos éticos de ingualdade inclusos numa sociedade democrática.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
PROFESSOR, A RAZÃO DOS SONHOS EXISTIREM
Dedicar-se à educação é uma verdadeira missão!
De pessoas dignas de serem protetoras!
De pessoas dignas de serem protetoras!
Dedicar-se à educação é uma verdadeira comunhão!
De pessoas dignas de serem acolhedoras!
Professor tu és uma flor que semeias o encantamento...
Na tua ausência nada aprendo, de tão valiosa que és tua
herança!
Professor sem teu ensinamento o mundo seria desalento...
Na tua presença meus olhos sem tormento, enchem-se de eterna esperança!
És meu guia, um verdadeiro salvador dos meus sonhos!
Sonhar é possível pois és o anjo que me guarda, meu verdadeiro
protetor,
És o estribilho mais lindo de infindáveis versos!
Sonhar é possível pois tu compartilhas teu ensino repleto de
amor.
Um momento de êxtase ao ouvir tua explicação,
A matéria torna-se uma verdadeira informação!
Um momento de amor quando presto atenção,
É com amor que tu lutas pela nossa educação!
( FELIZ DIA DOS PROFESSORES ) 15/10/2013
Alexandre Alves P. Vieira
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
IDENTIDADE FERIDA
A dor dos antepassados é latente em meu peito...
Homens honrados, bravos, fortes feito animais!
Malditos e desgraçados, riam-se de sofrimento alheio!
Esses homens ambiciosos zombavam da fome, da desgraça, dos doentes...
Os céus assistiram tanto horror e angústia!
Homens suados, sujos de tanto trabalhar, trêmulos e fracos...
Faces fatigadas de sofrimento brutal, numa mísera vida ferida!
Queriam paz, igualdade; não queriam ser míseros animais explorados!
O grito eloquente dos oprimidos era narrado por Castro Alves,
Narrou dor, angústia, fugacidade e esperança de liberdade!
O “defensor dos escravos”, um condoreiro de fases!
O revolucionário, louco por dignidade e igualdade!
“Condor ferido” que consolas tão dolorosa lembrança!
A pátria adormecida que enterras tão cruel passado!
Quero apenas lembrar dos guerreiros mortos de tanto lutar!
Que jamais desistiram, até que na cova foram morar...
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira
09/10/2013
domingo, 6 de outubro de 2013
CORPOS ENTRELAÇADOS
Tu me completas de esplendor,
Abraço-te e entrego-te meu amor,
Entre murmuros e suspiros,
Entre amores e fascínios!
És amor que ampara a dor.
És uma rosa dispersa, repleta de amor, sutileza e leveza,
Tua pele é macia, cheirosa, gostosa, provinda de delicadeza!
Beijar-te é sentir eterno êxtase, é mergulhar nas eternas
profundezas,
Amar-te é deslumbrar-me de prazeres, e espantar tão pavorosa
tristeza!
Minhas mãos deslizantes acariciam tua cintura despida,
Num suspiro os prazeres, os nossos olhares fatigados de
desejo,
Deixo-lhe pousar num instante tuas mãos num lugar proibido
de surpresa,
Entre soluços e sorrisos nos beijamos e começo a morder-lhe
suavemente a orelha.
Teu carinho é leve e tua face está repleta de prazer, estás
entregando-te a mim,
Enquanto suspiras, começo a aproximar-me suavemente e
pouso-me em teu ventre,
Nossos corpos entrelaçados e molhados de tanto prazer,
quentes mais que o entardecer,
Teu ventre é tão harmonioso que faço dele meu aconchego, tu
gemes de loucura e prazer.
Deito-me enquanto tu me enfeitiças, estou delirando de
tantas carícias,
Devoro-te com carinho e euforia, teus seios deslizam em meu
corpo desnudo,
Controlo-me, pois prestes a explodir de prazer, amacio tuas
costas próximo a cintura,
Estamos fatigados de tanto ferver, encaixamo-nos como se
fossemos ligados,
Novamente suspiros e gemidos, enquanto beijo-lhe devagar o
pescoço já molhado,
Finalmente depois de contorcermo-nos como nós tão bem
fixados, tua face está avermelhada,
Depois de tanto calor suspiramos após gozarmos, e teus lábios
cansados de alívio,
Deita-te aqui em meus braços suados, abraçamo-nos com os corpos
despidos,
E te beijo mordendo-lhe os lábios, já cansados de gritos e
gemidos, quero tê-la em meus braços e sempre comigo.
Alexandre Alves Porfirio Vieira.
GANHEI UMA ROSA
Eu ganhei
uma rosa...
Ora, que
felicidade!
Estou
contente por tê-la tão suave...
Eu ganhei
uma rosa...
Estou
contente por tê-la, que milagre!
Eu ganhei
uma rosa...
Ela começou
a soltar algumas pétalas...
Seu aroma
não é mais perceptível como antes,
A rosa está
começando a soltar espinhos...
Seu aspecto
agora é feio!
Nem parece
aquela tão suave rosa...
Ela tem
tantos espinhos que parece mais um cacto!
A rosa não é
mais bela...
Ela é feia,
ela sangra, ela machuca...
A rosa é a
alma fria e melancólica,
A rosa é o
sofrimento, é a angústia...
A rosa está
morta e não quer mais sorrir...
Perdeu o
encanto da vida, e a todos quer ferir!
A rosa
sangra, a rosa grita de sofrimento e lamento...
A rosa está
morta, e perdeu todo seu encantamento...
Autor: Alexandre Alves Porfirio
Vieira.
06/10/2013
domingo, 15 de setembro de 2013
A ARTE DE ESCREVER
Escrever é a arte de converter!
Transformar pensamentos em códigos,
Esvaziar um encéfalo sólido,
Transbordar com prazer o saber.
Sempre fui um fiel escritor,
Mas perdi por um tempo o prazer,
Sempre fui um fiel sonhador,
Mas perdi por um tempo o escrever.
A palavra dá vida ao sonho,
É o grito da pessoa contida,
A palavra dá vida ao tristonho,
É o grito da pessoa na escrita.
Escrever estes versos é romper,
Sem querer indagar o passado,
Escrever estes versos é viver,
Sem querer indagar o fracasso.
É por isso que quero voltar,
Essa arte não pode morrer,
É por isso que quero moldar,
Essa arte que é escrever.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
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