segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PROFESSOR, A RAZÃO DOS SONHOS EXISTIREM


Dedicar-se à educação é uma verdadeira missão!
De pessoas dignas de serem protetoras!
Dedicar-se à educação é uma verdadeira comunhão!
De pessoas dignas de serem acolhedoras!

Professor tu és uma flor que semeias o encantamento...
Na tua ausência nada aprendo, de tão valiosa que és tua herança!
Professor sem teu ensinamento o mundo seria desalento...
Na tua presença meus olhos sem tormento, enchem-se de  eterna esperança!

És meu guia, um verdadeiro salvador dos meus sonhos!
Sonhar é possível pois és o anjo que me guarda, meu verdadeiro protetor,
És o estribilho mais lindo de infindáveis versos!
Sonhar é possível pois tu compartilhas teu ensino repleto de  amor.

Um momento de êxtase ao ouvir tua explicação,
A matéria torna-se uma verdadeira informação!
Um momento de amor quando presto atenção,
É com amor que tu lutas pela nossa  educação!


( FELIZ DIA DOS PROFESSORES ) 15/10/2013
Alexandre Alves P. Vieira

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

IDENTIDADE FERIDA

A dor dos antepassados é latente em meu peito...
Homens honrados, bravos, fortes feito animais!
Malditos e desgraçados, riam-se de sofrimento alheio!
Esses homens ambiciosos zombavam da fome, da desgraça, dos doentes...

Os céus assistiram tanto horror e angústia!
Homens suados, sujos de tanto trabalhar, trêmulos e fracos...
Faces fatigadas de sofrimento brutal, numa mísera vida ferida!
Queriam paz, igualdade; não queriam ser míseros animais explorados!

O grito eloquente dos oprimidos era narrado por Castro Alves,
Narrou dor, angústia, fugacidade e esperança de liberdade!
O “defensor dos escravos”, um condoreiro de fases!
O revolucionário, louco por dignidade e igualdade!

“Condor ferido” que consolas tão dolorosa lembrança!
A pátria adormecida que enterras tão cruel passado!
Quero apenas lembrar dos guerreiros mortos de tanto lutar!
Que jamais desistiram, até que na cova foram morar...


Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira
09/10/2013

domingo, 6 de outubro de 2013

CORPOS ENTRELAÇADOS


Tu me completas de esplendor,
Abraço-te e entrego-te meu amor,
Entre murmuros e suspiros,
Entre amores e fascínios!
És amor que ampara a dor.

És uma rosa dispersa, repleta de amor, sutileza e leveza,
Tua pele é macia, cheirosa, gostosa, provinda de delicadeza!
Beijar-te é sentir eterno êxtase, é mergulhar nas eternas profundezas,
Amar-te é deslumbrar-me de prazeres, e espantar tão pavorosa tristeza!

Minhas mãos deslizantes acariciam tua cintura despida,
Num suspiro os prazeres, os nossos olhares fatigados de desejo,
Deixo-lhe pousar num instante tuas mãos num lugar proibido de surpresa,
Entre soluços e sorrisos nos beijamos e começo a morder-lhe suavemente a orelha.

Teu carinho é leve e tua face está repleta de prazer, estás entregando-te a mim,
Enquanto suspiras, começo a aproximar-me suavemente e pouso-me em teu ventre,
Nossos corpos entrelaçados e molhados de tanto prazer, quentes mais que o entardecer,
Teu ventre é tão harmonioso que faço dele meu aconchego, tu gemes de loucura e prazer.

Deito-me enquanto tu me enfeitiças, estou delirando de tantas carícias,
Devoro-te com carinho e euforia, teus seios deslizam em meu corpo desnudo,
Controlo-me, pois prestes a explodir de prazer, amacio tuas costas próximo a cintura,
Estamos fatigados de tanto ferver, encaixamo-nos como se fossemos ligados,
Novamente suspiros e gemidos, enquanto beijo-lhe devagar o pescoço já molhado,

Finalmente depois de contorcermo-nos como nós tão bem fixados, tua face está avermelhada,
Depois de tanto calor suspiramos após gozarmos, e teus lábios cansados de alívio,
Deita-te aqui em meus braços suados, abraçamo-nos com os corpos despidos,
E te beijo mordendo-lhe os lábios, já cansados de gritos e gemidos, quero tê-la em meus braços e sempre comigo.

Alexandre Alves Porfirio Vieira.

GANHEI UMA ROSA

Eu ganhei uma rosa...
Ora, que felicidade!
Estou contente por tê-la tão suave...
Eu ganhei uma rosa...
Estou contente por tê-la, que milagre!
Eu ganhei uma rosa...
Ela começou a soltar algumas pétalas...
Seu aroma não é mais perceptível como antes,
A rosa está começando a soltar espinhos...
Seu aspecto agora é feio!
Nem parece aquela tão suave rosa...
Ela tem tantos espinhos que parece mais um cacto!
A rosa não é mais bela...
Ela é feia, ela sangra, ela machuca...
A rosa é a alma fria e melancólica,
A rosa é o sofrimento, é a angústia...
A rosa está morta e não quer mais sorrir...
Perdeu o encanto da vida, e a todos quer ferir!
A rosa sangra, a rosa grita de sofrimento e lamento...
A rosa está morta, e perdeu todo seu encantamento...

Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira.
06/10/2013

domingo, 15 de setembro de 2013

A ARTE DE ESCREVER


Escrever é a arte de converter!
Transformar pensamentos em códigos,
Esvaziar um encéfalo sólido,
Transbordar com prazer o saber.

Sempre fui um fiel escritor,
Mas perdi por um tempo o prazer,
Sempre fui um fiel sonhador,
Mas perdi por um tempo o escrever.

A palavra dá vida ao sonho,
É o grito da pessoa contida,
A palavra dá vida ao tristonho,
É o grito da pessoa na escrita.

Escrever estes versos é romper,
Sem querer indagar o passado,
Escrever estes versos é viver,
Sem querer indagar o fracasso.

É por isso que quero voltar,
Essa arte não pode morrer,
É por isso que quero moldar,
Essa arte que é escrever.

(Alexandre Alves Porfirio Vieira)