Essas linhas que acomodam tão feia letra,
São testemunhas diárias do vazio que me atormenta,
Recordações tentam prender meu coração,
Coração esse que foi pungido sem pretensão.
Será que novamente deveria me arriscar?
Quem sabe arriscando-me reaprenderia a amar,
Porém me acostumei com a solidão,
Amar novamente ou entrar num abismo; ó indecisão!
O melhor, contudo, será esperar,
Ver se alguém consegue em mim, despertar a vontade de amar,
Meu coração está contido e minha vida sensata, sem emoção,
De fato; estou conformado com a solidão.
Escritor: Alexandre Alves P. Vieira
Criado em: 15/07/2011 às 19:00
sexta-feira, 15 de julho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
POUCAS PALAVRAS
A vida está passando,
Os sonhos vão aumentando,
Novas pessoas aparecendo,
E ao mesmo tempo vou às perdendo.
Será que hei de conseguir triunfar?
Será que de tanto vale me esforçar?
Triunfar eis a questão!
Nem que para isso tenha que viver na solidão!
Não mais sei se posso chamar-me de ser vivo,
Ou uma máquina fria; serei eu meu próprio inimigo?
Há tanto tempo não sei o que é viver,
Mas a vida há de me guiar, e vencedor vou ser!
Autoria: Alexandre Alves P. Vieira
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
LEMBRANÇAS DE UM GRANDE AMOR
Tanto tempo já passou,
Tantas pessoas já passaram por minha vida,
Queria tanto voltar a viver tudo aquilo,
Acordar e ver-me completo contigo.
Apenas lembranças restaram de um intenso amor,
Agora apenas lembranças misturam-se com dor,
Hoje, que tudo se passou,
Vejo o quão era grande por ti meu amor,
Mas infelizmente não posso ter-te novamente.
Mudei tanto com você, aprendi a ser feliz,
Hoje, apenas escuto nossas melodias,
Pois me dão a sensação de estar contigo,
Muitas garotas eu beijei, apenas por beijar,
Mas o beijo mais puro foi o que lhe dei.
Nunca tive tanto carinho como o seu,
Um amor puro, que me fazia esquecer todo o mal que me acontecia,
Eu, quando contigo, de fato sabia o significado de felicidade,
Hoje, vivo apenas para os estudos,
Pois a única vez que amei, perdi tudo,
Só me resta estudar, pois hoje só isso me restou para amar.
Alexandre Alves Porfirio Vieira
Tantas pessoas já passaram por minha vida,
Queria tanto voltar a viver tudo aquilo,
Acordar e ver-me completo contigo.
Apenas lembranças restaram de um intenso amor,
Agora apenas lembranças misturam-se com dor,
Hoje, que tudo se passou,
Vejo o quão era grande por ti meu amor,
Mas infelizmente não posso ter-te novamente.
Mudei tanto com você, aprendi a ser feliz,
Hoje, apenas escuto nossas melodias,
Pois me dão a sensação de estar contigo,
Muitas garotas eu beijei, apenas por beijar,
Mas o beijo mais puro foi o que lhe dei.
Nunca tive tanto carinho como o seu,
Um amor puro, que me fazia esquecer todo o mal que me acontecia,
Eu, quando contigo, de fato sabia o significado de felicidade,
Hoje, vivo apenas para os estudos,
Pois a única vez que amei, perdi tudo,
Só me resta estudar, pois hoje só isso me restou para amar.
Alexandre Alves Porfirio Vieira
LINHAS DE ILUSÃO
Machuquei tanta gente,
Mudei tanto, mas como sempre,
Tudo foi apenas perda de tempo,
Quando penso que está tudo bem,
Do nada tudo se desaba,
Queria tanto saber por que sempre foi assim,
Por mais que eu me apaixone,
Por mais que eu diga que é o fim,
Sempre aparece alguém,
E acaba levando mais uma parte de mim,
Dói tanto ter um vazio em si,
Amar e não ser correspondido,
Tudo que falo, faço, ou penso,
Tem um pouco de você,
Como sempre; devo aprender a levar a vida!
Seria tão bom que o fim estivesse perto,
Acabar de vez com essa dor em meu peito,
Largar tudo, deixar de existir,
Dói demais te amar e ser tratado assim.
Nome: Alexandre Alves Porfírio Vieira
Mudei tanto, mas como sempre,
Tudo foi apenas perda de tempo,
Quando penso que está tudo bem,
Do nada tudo se desaba,
Queria tanto saber por que sempre foi assim,
Por mais que eu me apaixone,
Por mais que eu diga que é o fim,
Sempre aparece alguém,
E acaba levando mais uma parte de mim,
Dói tanto ter um vazio em si,
Amar e não ser correspondido,
Tudo que falo, faço, ou penso,
Tem um pouco de você,
Como sempre; devo aprender a levar a vida!
Seria tão bom que o fim estivesse perto,
Acabar de vez com essa dor em meu peito,
Largar tudo, deixar de existir,
Dói demais te amar e ser tratado assim.
Nome: Alexandre Alves Porfírio Vieira
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