Tento revoltar-me,
Desenvolver sentimentos ruins,
Tento evitar-me,
Mas me encontro sempre assim.
A vida é uma delicada rosa,
Ora é aurora, ora é efêmera,
A vida é uma desgraçada prosa,
Ora longa, ora horrenda.
Tenho horror de escrever com torpor,
Torpor esse que descreve o pavor,
Tenho horror de sentir e compor,
Torpor tenho, não quero amor.
A escuridão é o tenebroso perigo,
A escuridão é o horroroso espírito,
Tanto horror mudou com a esperança,
O sorriso inocente de uma criança...
Autor: ALEXANDRE ALVES PORFIRIO VIEIRA 20/06/2014
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