Tão curta, tão sábia,
Ensinando obstáculos,
Negamos, medrosos...
A verdade é ingrata.
Os antepassados sofreram,
Mas é bom sofrer,
Os antepassados aprenderam,
Porque não haverias de aprender?
O mundo é cruel e óbvio,
A seleção natural é óbvia,
O mundo de viver, lógico?
A extinção de valores, lógica!
Estar cansado de cinismo,
É estar cansado de si próprio,
Estar cansado é finito,
Saber que sofres, provisório!
Acalanto, desalento, descanso...
Até quando punir-se com este pranto?
Acorda, revigora, volta logo para o mundo...
Pois eles lhe querem num poço profundo!
AUTOR: Alexandre Alves Porfirio Vieira 04/08/2014
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