Existem muitos contextos que
podem ser sintetizados para exemplificar um tema que anda preocupando muitos
especialistas de diversas áreas em pleno século XXI. Analisando os costumes da
população em plena vinda da corte portuguesa – especificamente a vinda de D.
João VI -, podemos de forma linear, analisar tenebrosamente o principal costume
perdido – a leitura -.
Em plena formação de uma cultura
verdadeiramente brasileira – no que se refere à literatura -, com o surgimento
de autores como “Gonçalves de Magalhães”, “Gonçalves Dias” , “Alvares de
Azevedo” – este da segunda geração, ou mal do século, influenciado por “Lord
Byron” -, e mais avante “Castro Alves” e na prosa “José de Alencar” e “Manuel
Antônio de Almeida” - conhecido como pré-realista -. Neste mesmo período
histórico, a mulher cuidava de forma harmônica dos filhos, da casa, dos
afazeres domésticos e ainda dedicava-se à leitura de romances – lembrando que o
Romantismo pode ser considerado, a primeira literatura genuinamente brasileira
-, os filhos contaminados por esta maravilhosa atmosfera, também praticavam a
leitura.
Mudando o contexto histórico, em
pleno século XXI, cujo qual, deveríamos, contudo, ser mais cultos, devido os
avanços científicos e tecnológicos, porém, nos deparamos com uma população analfabeta,
mas não por falta de ensino, e sim por falta de leitura e uso excessivo e
indevido das redes sociais.
Devemos aprender com a população que começou a crescer em hábitos de leitura, – como diria “Manuel Antônio de Almeida” no livro “Memórias de um sargento de milícias” Era no tempo do rei -, o mais rico costume que os filhos herdavam dos pais era, sobretudo, a leitura de forma harmoniosa. Hoje, em contrapartida, todo esse contexto histórico foi abolido, onde os pais perderam a conexão com seus filhos, tornando-se estranhos para estes, que preferem manter-se conectados ao Facebook.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
Devemos aprender com a população que começou a crescer em hábitos de leitura, – como diria “Manuel Antônio de Almeida” no livro “Memórias de um sargento de milícias” Era no tempo do rei -, o mais rico costume que os filhos herdavam dos pais era, sobretudo, a leitura de forma harmoniosa. Hoje, em contrapartida, todo esse contexto histórico foi abolido, onde os pais perderam a conexão com seus filhos, tornando-se estranhos para estes, que preferem manter-se conectados ao Facebook.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
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