Muitos consideram a colonização um
período apenas de exploração – realmente foi -, mas podemos extrair um marco
crucial para nossa formação. No início do século XIX, com a vinda da corte
portuguesa e a chegada de D. João VI ao Brasil, que fugia de Portugal sob
ameaça de invasão francesa de Napoleão Bonaparte, tivemos talvez nesse momento,
nossa primeira importação de costumes estrangeiros de nossos antigos
colonizadores portugueses.
Atualmente, em pleno século XXI, muitos jovens regrediram às
condutas portuguesas, claramente atualizadas à invasão da globalização, que
teve início com a influência que a Inglaterra exerceu no mundo - hoje
industrializado -, e atualmente a influência que os Estados Unidos da América, exerce
no mundo.
Os jovens, que unidos poderiam lutar contra a hegemonia das
superpotências, em sua esmagadora maioria, desconhecem a história do próprio
país, e formam uma nova e grande geração alienada às influências estrangeiras,
com sua injeção tecnológica e ideológica, onde estes se encontram tão dependentes
de toda essa “pandemia”, que não passam um dia sem agir como as superpotências
querem.
Os jovens não precisam isolar-se completamente das
tecnologias que podem ser benéficas em limitadas circunstâncias, mas devem ter
um momento para estudar e lutar contra esta hegemonia que tenta persuadí-los e
torná-los objetos do mercado mundial.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
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