Quando Solon criou a moeda, trouxe a noção abstrata de valor contido no dinheiro, amplificando a desigualdade e supremacia política das minorias. Sendo assim, o dinheiro causa a dissolução dos valores morais, desvirtua a personalidade e caracteriza a irracionalidade quando busca-se agregar bens, enfatizando o egocentrismo primitivo.
No livro "O príncipe" de Nicolau Maquiavel é possível notar os ensinamentos do famoso "jogo de aparências". Lendo esta "Bíblia" dos políticos, facilmente compreendemos o quão intensa e cruel pode ser a falsidade humana, sempre buscando hegemonia própria. Pode-se concluir, portanto, que o homem é corrupto e a corrupção é fruto de sua natureza; o brasileiro é exemplo nítido disso, basta analisar nosso núcleo político.
Solon não criou a moeda por ser um "bom moço", mas sim porque tinha interesses políticos ocultos de acordo com o famoso "jogo de aparências", antes mesmo que Maquiavel o relatasse. O homem é resultado do meio em que está inserido, logo, a corrosão moral é essência de sua descamação ética. É possível atenuar tanta moléstia humana, basta apelar para punições legislativas mais rigorosas que acompanhem o desenvolvimento da sociedade em conjunto com um alinhamento da população.
Questões como essa não afligem apenas os poderosos, mas pungem as relações antropocêntricas aumentando a desconfiança entre as classes e o desejo cada vez mais evidente no brasileiro de buscar supremacia própria, contrariando conceitos éticos de ingualdade inclusos numa sociedade democrática.
domingo, 27 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
PROFESSOR, A RAZÃO DOS SONHOS EXISTIREM
Dedicar-se à educação é uma verdadeira missão!
De pessoas dignas de serem protetoras!
De pessoas dignas de serem protetoras!
Dedicar-se à educação é uma verdadeira comunhão!
De pessoas dignas de serem acolhedoras!
Professor tu és uma flor que semeias o encantamento...
Na tua ausência nada aprendo, de tão valiosa que és tua
herança!
Professor sem teu ensinamento o mundo seria desalento...
Na tua presença meus olhos sem tormento, enchem-se de eterna esperança!
És meu guia, um verdadeiro salvador dos meus sonhos!
Sonhar é possível pois és o anjo que me guarda, meu verdadeiro
protetor,
És o estribilho mais lindo de infindáveis versos!
Sonhar é possível pois tu compartilhas teu ensino repleto de
amor.
Um momento de êxtase ao ouvir tua explicação,
A matéria torna-se uma verdadeira informação!
Um momento de amor quando presto atenção,
É com amor que tu lutas pela nossa educação!
( FELIZ DIA DOS PROFESSORES ) 15/10/2013
Alexandre Alves P. Vieira
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
IDENTIDADE FERIDA
A dor dos antepassados é latente em meu peito...
Homens honrados, bravos, fortes feito animais!
Malditos e desgraçados, riam-se de sofrimento alheio!
Esses homens ambiciosos zombavam da fome, da desgraça, dos doentes...
Os céus assistiram tanto horror e angústia!
Homens suados, sujos de tanto trabalhar, trêmulos e fracos...
Faces fatigadas de sofrimento brutal, numa mísera vida ferida!
Queriam paz, igualdade; não queriam ser míseros animais explorados!
O grito eloquente dos oprimidos era narrado por Castro Alves,
Narrou dor, angústia, fugacidade e esperança de liberdade!
O “defensor dos escravos”, um condoreiro de fases!
O revolucionário, louco por dignidade e igualdade!
“Condor ferido” que consolas tão dolorosa lembrança!
A pátria adormecida que enterras tão cruel passado!
Quero apenas lembrar dos guerreiros mortos de tanto lutar!
Que jamais desistiram, até que na cova foram morar...
Autor: Alexandre Alves Porfirio Vieira
09/10/2013
domingo, 6 de outubro de 2013
CORPOS ENTRELAÇADOS
Tu me completas de esplendor,
Abraço-te e entrego-te meu amor,
Entre murmuros e suspiros,
Entre amores e fascínios!
És amor que ampara a dor.
És uma rosa dispersa, repleta de amor, sutileza e leveza,
Tua pele é macia, cheirosa, gostosa, provinda de delicadeza!
Beijar-te é sentir eterno êxtase, é mergulhar nas eternas
profundezas,
Amar-te é deslumbrar-me de prazeres, e espantar tão pavorosa
tristeza!
Minhas mãos deslizantes acariciam tua cintura despida,
Num suspiro os prazeres, os nossos olhares fatigados de
desejo,
Deixo-lhe pousar num instante tuas mãos num lugar proibido
de surpresa,
Entre soluços e sorrisos nos beijamos e começo a morder-lhe
suavemente a orelha.
Teu carinho é leve e tua face está repleta de prazer, estás
entregando-te a mim,
Enquanto suspiras, começo a aproximar-me suavemente e
pouso-me em teu ventre,
Nossos corpos entrelaçados e molhados de tanto prazer,
quentes mais que o entardecer,
Teu ventre é tão harmonioso que faço dele meu aconchego, tu
gemes de loucura e prazer.
Deito-me enquanto tu me enfeitiças, estou delirando de
tantas carícias,
Devoro-te com carinho e euforia, teus seios deslizam em meu
corpo desnudo,
Controlo-me, pois prestes a explodir de prazer, amacio tuas
costas próximo a cintura,
Estamos fatigados de tanto ferver, encaixamo-nos como se
fossemos ligados,
Novamente suspiros e gemidos, enquanto beijo-lhe devagar o
pescoço já molhado,
Finalmente depois de contorcermo-nos como nós tão bem
fixados, tua face está avermelhada,
Depois de tanto calor suspiramos após gozarmos, e teus lábios
cansados de alívio,
Deita-te aqui em meus braços suados, abraçamo-nos com os corpos
despidos,
E te beijo mordendo-lhe os lábios, já cansados de gritos e
gemidos, quero tê-la em meus braços e sempre comigo.
Alexandre Alves Porfirio Vieira.
GANHEI UMA ROSA
Eu ganhei
uma rosa...
Ora, que
felicidade!
Estou
contente por tê-la tão suave...
Eu ganhei
uma rosa...
Estou
contente por tê-la, que milagre!
Eu ganhei
uma rosa...
Ela começou
a soltar algumas pétalas...
Seu aroma
não é mais perceptível como antes,
A rosa está
começando a soltar espinhos...
Seu aspecto
agora é feio!
Nem parece
aquela tão suave rosa...
Ela tem
tantos espinhos que parece mais um cacto!
A rosa não é
mais bela...
Ela é feia,
ela sangra, ela machuca...
A rosa é a
alma fria e melancólica,
A rosa é o
sofrimento, é a angústia...
A rosa está
morta e não quer mais sorrir...
Perdeu o
encanto da vida, e a todos quer ferir!
A rosa
sangra, a rosa grita de sofrimento e lamento...
A rosa está
morta, e perdeu todo seu encantamento...
Autor: Alexandre Alves Porfirio
Vieira.
06/10/2013
domingo, 15 de setembro de 2013
A ARTE DE ESCREVER
Escrever é a arte de converter!
Transformar pensamentos em códigos,
Esvaziar um encéfalo sólido,
Transbordar com prazer o saber.
Sempre fui um fiel escritor,
Mas perdi por um tempo o prazer,
Sempre fui um fiel sonhador,
Mas perdi por um tempo o escrever.
A palavra dá vida ao sonho,
É o grito da pessoa contida,
A palavra dá vida ao tristonho,
É o grito da pessoa na escrita.
Escrever estes versos é romper,
Sem querer indagar o passado,
Escrever estes versos é viver,
Sem querer indagar o fracasso.
É por isso que quero voltar,
Essa arte não pode morrer,
É por isso que quero moldar,
Essa arte que é escrever.
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
(Alexandre Alves Porfirio Vieira)
Assinar:
Postagens (Atom)